A Última Casa: Wagner Moura relaciona isolamento do filme à pandemia de Covid-19
Wagner Moura traçou um paralelo entre o isolamento vivido pelos personagens de A Última Casa e a experiência provocada pela pandemia de Covid-19. O suspense de ficção científica, também estrelado por Greta Lee, já está disponível na Netflix.
Na trama, a família Delgado permanece confinada dentro de casa durante cinco anos após um fenômeno inundar o planeta e fazer surgir criaturas vindas do oceano. Em entrevista ao Deadline, Moura comentou o que espera encontrar para os personagens quando eles finalmente precisarem encarar um mundo transformado.
“Bem, espero que eles descubram que, é claro, o mundo mudou. Mas espero que eles descubram que existem coisas boas nessa mudança”, afirmou.
A situação fez o ator lembrar das expectativas que tinha ao fim da pandemia. Moura contou que imaginava que a experiência coletiva provocaria mudanças mais profundas na sociedade, algo que, em sua avaliação, não aconteceu.
“Quando a Covid aconteceu, no fim de toda a pandemia, eu pensei: ‘Ok, o mundo vai mudar. Vamos sair disso com uma mentalidade diferente’. E não acho que isso tenha acontecido. Então, espero que seja diferente para os personagens do filme”, declarou.
Originalmente intitulado 11817, A Última Casa acompanha a luta pela sobrevivência dos Delgado enquanto uma ameaça mortal torna impossível deixar a residência. A direção é de Louis Leterrier, de Truque de Mestre, com roteiro de Matthew Robinson, de Amor e Monstros.
Além de Wagner Moura e Greta Lee, o elenco conta com Riley Chung, Emma Ho, Noah Alexander Sosnowski e Gabriel Barbosa. O filme está disponível na Netflix.
