Ex-assistente de Kanye West acusa rapper de estupro, tráfico sexual e cárcere privado
A ex-assistente de Kanye West, Lauren Pisciotta, apresentou um segundo aditivo ao processo que move contra o rapper, agora com alegações ainda mais graves. Segundo documentos judiciais, ela afirma ter sido vítima de estupro oral, toques forçados, tráfico sexual ao ser oferecida como presente a terceiros, cárcere privado em ambiente de voo, e até trabalho sob ameaças, durante e após seu vínculo profissional com o artista.
As acusações se concentram em um episódio durante uma viagem de trabalho a São Francisco, onde Pisciotta alega que West a beijou à força, a manteve trancada em um quarto de hotel, realizou atos sexuais não consensuais, e até ofereceu sua presença como “presente sexual” a outra pessoa. Também consta no relato que ele teria trancado-a em um quarto durante um voo e cometido abusos no plano de fundo de estúdios, incluindo um estúdio co-patrocinado por Sean “Diddy” Combs.
Pisciotta também acusa West de perseguição pós-emprego, inclusive “swatting” – envio de equipes de emergência falsas à sua casa -, perseguição e ameaças, o que a forçou a se mudar para a Flórida por questões de segurança.
A equipe de Kanye negou todas as acusações, chamando-as de “extorsão” e “baseadas em mentiras”, além de alegar que Pisciotta fez exigências salariais “injustificadas” e que o processo é infundado.
