Cara Delevingne acha que não seria modelo se estivéssemos nos anos 90

Cara Delevingne é a capa da revista Wall Street Journal de junho e fez algumas confissões sobre fama e sua carreira de atriz que acabou de ser iniciada.

Embora a gente a conheça atualmente como uma ambiciosa atriz e modelo (Cara está estrelando o filme ‘Cidades de Papel’ de John Green e está filmando o filme extremamente aguardado, ‘Esquadrão Suicida’), ela afirma: “Eu não quero ser aquele clichê: modelo-barra-atriz”.

Ela também falou sobre seu início de carreira, “Eu basicamente desisti de atuar, porque tentar conseguir um agente era impossível. Todo mundo dizia, ‘Você é apenas uma modelo.’ Mas uma vez que eu coloquei na cabeça que ia entrar nisso de modelo, eu realmente quis conseguir a área de atuação, se isso faz sentido. Ganhar isso.”

Hoje ela é uma das maiores garotas-propaganda de todos os tempos (Burberry, Chanel e capas da Vogue), mas Delevingne diz sobre a moda: “Eu acabei me sentindo um pouco vazia. A moda é sobre o que está do lado de fora, e é isso. Não há nenhuma pesquisa, é só criar coisas bonitas.”

A modelo é sempre mencionada em tabloides, algumas vezes sobre suas amizades ou relacionamento (atualmente há rumores de que ela está namorando St. Vincent), algo que ela considera ser um inconveniente agravante da fama.

“É horrível viver em um mundo em que eu recebo o telefonema de alguém falando: ‘Fulana disse que vocês estavam festejando muito e você espalhando olhando para ela de tal maneira e você precisa perder peso. Isso me deixa tão irritada. Se você não quiser me contratar, não me contrata.” Ela admite que parte de seu charme e sucesso se deve a sua rede social. “Eu não teria feito bem se não tivesse tido isso. Não mesmo,” disse ela. “Nos anos 90, eu não teria sido uma modelo.”

Ela disse que seu papel (sem falas) em ‘Anna Karenina’ em 2012 foi o impulso para sua carreira de atriz: “Tive muita sorte, porque se não tivesse feito esse papel, não teria conseguido nada.”

Agora que está mais velha, ela diz que pratica yoga e encontrou a paz interior, observando: “Eu costumava estar em constante estado de pânico e ansiedade e tinha muitas vozes na minha cabeça,” diz ela. “De repente, percebi que sou calma por dentro, e eu nunca tive isso. Mesmo quando estava crescendo.”

E adicionou, “Eu era uma criança terrível. Eu parecia o Chucky de cabelos loiros. Eu tinha noites de terror e gostava de ligar todas as luzes da casa e gritar como se houvessem pessoas sendo assassinadas.”

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