Crítica

[Crítica] Meu Malvado Favorito 2 (2013)

Quem gostou de Meu Malvado Favorito certamente também vai gostar de Meu Malvado Favorito 2. Gru (Steve Carrell), nosso querido vilão que no filme passado tentou roubar a lua, agora é um “vilão reformado” e um simples pai que vive normalmente cuidando de suas três filhas adotivas com ajuda dos minions. Agora, ele está focado em fazer compotas e geleias. Mas um crime grave acontece e Gru é chamado para fazer parte da Liga Anti-Vilões, ao lado de Lucy Wilde (Kristen Wiig).

O primeiro filme é ótimo. Por que fazer uma continuação (Além do óbvio motivo do dinheiro)? O universo criado no primeiro filme foi interessante e divertido, e o segundo poderia ser um erro, mas ele consegue replicar muitas daquelas qualidades, simplicidade e doçura da história. Quando digo que quem gostou do primeiro filme certamente também gostará do segundo, é porque Meu Malvado Favorito 2 é exatamente como Meu Malvado Favorito – e isso não é um defeito. O filme repete a fórmula e dá certo. Mas há novos personagens, como Lucy e um novo vilão, e a mudança de Gru, que vai de supervilão no primeiro filme para um cidadão comum para um membro da Liga Anti-Vilões.

Meu Malvado Favorito 2 (2013)

O roteiro e seu humor é novamente para todas as idades. Meu Malvado Favorito 2 é verdadeiramente um filme para a família, com cenas fofas e piadas sobre peidos. Ter inserido as três crianças adotivas na vida de Gru no primeiro filme foi um ótimo gancho emocional e aquilo parecia difícil de ser superado.Mas Lucy surgindo como seu potencial interesse amoroso deu um novo gás à franquia.

O longa consegue abordar seus temas com senso de humor feito para toda a família. É, novamente, um filme cheio de coração. Adicionar o lado materno na história com Lucy foi um acerto e a história aconteceu com naturalidade. A história de Margô e seu crush também é uma evolução super natural da história, já que ela é filha adolescente.

Meu Malvado Favorito 2 é um filme bem feito, alegre e cativante, com roteiro redondinho e que funciona como continuação natural do primeiro longa, e não deixa a sensação de que foi criado para nada além de faturar em bilheteria pelo mundo.