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TV Line elege as dez melhores séries de comédia de 2017; veja

Fim de ano chegou, e com ele as várias listas de melhores séries, filmes, músicas e álbuns do ano. O site TV Line publicou a sua lista das dez melhores séries de comédia do ano.

Você assistiu todas elas? Concorda com a lista? Concorda com as colocações das séries que já viu? A lista traz séries novatas em suas primeiras temporadas, outras consolidadas com várias temporadas e até projetos em sua última temporada, como é o caso da excelente Girls.



Confira abaixo o top 10 completo da TV Line.

10. Big Mouth

Big Mouth foi classificada como uma das séries de animação “mais sujas e mais honestas” da atualidade. Com um excelente elenco de dubladores (Kristen Wiig como uma vagina falante!), histórias insanas (uma travesseiro grávida?!) e números musicais de matar (“Life Is a F–d Up Mess”), há muito para amar nessa joia subestimada.

9. The Good Place

A série está na segunda temporada. De acordo com o TV Line, The Good Place tem um dos melhores elencos de comédia da TV. Concorda?

8. Will & Grace

“Antes do revival estrear, estávamos preocupados que a série poderia não ser tão boa quanto foi no passado. Mas acabou sendo ainda melhor do que lembrávamos”, afirma o TV Line. O site destaca a atuação de Eric McCormack, Debra Messing, Sean Hayes e Megan Mullally. O roteiro da série também é destaque.

7. Girls

Não importa a sua opinião sobre Lena Dunham. Você tem que admitir que Girls concluiu sua jornalista de forma tão fantástica – e fantasticamente frustrante – como começou.

6. The Marvelous Mrs. Maisel

Com o pedigree da série – é de Amy Sherman-Palladino e Daniel Palladino, de Gilmore Girls -, não é surpresa que ela seja tão boa. O que é surpresa é o visual da série, dos anos 50. Entre os detalhes da época, a câmera também é de tirar o fôlego, com os Palladinos aproveitando ao máximo o orçamento presumivelmente generoso da Amazon.



5. Crazy Ex-Girlfriend

A brilhante Crazy Ex-Girlfriend também apareceu na lista de melhores séries de comédia do TV Line em 2016. Mas Crazy Ex-Girlfriend conseguiu se superar e ficar ainda melhor em sua terceira temporada. A série terminou com um épico cliffhanger na segunda temporada. Na terceira, abordou corajosamente as questões psiquiátricas de Rebecca, sem se deixar intimidar com como isso poderia ser sombrio. Talvez seja a série que trata melhor de doenças mentais na televisão. Sem contar nos números musicais, que continuam incríveis, como a maravilhosa “Let’s Generalize About Men”. Se você ainda não assiste essa série… você está louco!

4. Better Things

É impossível elogiar a série de Pamela Adlon sem falar sobre um grande problema… O co-criador Louis C.K. fez algumas coisas verdadeiramente hediondas e não vai mais se envolver com a série. Mas seria errado ignorar ou desacreditar o que Pamela Adlon conseguiu alcançar este ano. Como diretora de todos os dez episódios, ela criou um retrato brutal, honesto e único de uma maternidade, de uma forma diferente de qualquer outra na televisão, o que nos fez rir e também chorar.

3. Master of None

A comédia de Aziz Ansari poderia ter abordado os pontos fortes de sua primeira temporada. Em vez disso, o autor retornou na segunda temporada com 10 episódios muito mais ambiciosos. Ele abordou temas como religião, namoro numa cultura de aplicativos e assédio sexual no local de trabalho. Os episódios centrados na população selvagem de Nova York e a história de Denise também foram brilhantes. Aziz também mostrou sua maturidade como ator e como diretor na segunda temporada, com um arco extremamente romântico que explorou o relacionamento complicado de Dev com sua amiga italiana Francesca.

2. GLOW

GLOW, da Netflix, poderia facilmente ter virado uma comédia tonta e bagunçada. Mas a série protagonizada por Allison Brie encontrou seu humor – e seu coração – nas emoções muito reais que as Gorgeous Ladies of Wrestling experimentam quando participam do esporte. Além disso, pontos de bônus para ótima Betty Gilpin.

1. Insecure

O TV Line elogiou a segunda temporada da série, afirmando que Insecure vai de “Oh, eles não fizeram isso!”, levando o público às gargalhadas, até tocar em nossas emoções e nos destruir. “E quando abordou problemas complicados e loucos, fez isso com uma franqueza e compaixão incomuns”, diz o texto.