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Taylor Swift ganha processo contra radialista acusado de assédio sexual

Em 2013, Taylor Swift foi assediada por um DJ de rádio, durante sessão fotográfica. Desde então, ela e o DJ trocam acusações.




O agente de Taylor informou a rádio KYGO-GM sobre o incidente e o DJ David Mueller foi demitido. Após a demissão, o DJ processou a cantora por difamação. Nesta segunda-feira (14), entretanto, o júri do tribunal de Denver, no Colorado, Estados Unidos, concluiu que a cantora foi, sim, assediada pelo DJ.

Swift respondeu com um outro processo. Ela pediu a indenização simbólica de 1 dólar. Mueller recusou a acusação e afirmou que um amigo colocou a mão embaixo da saia da cantora e apalpou-a. Entretanto, o júri considerou que o assédio foi comprovado.

Em comunicado, Taylor Swift agradeceu o apoio durante os últimos quatro seus, ao juiz, júri e seus advogados, por terem lutado por ela e “por todos os que se sentem silenciados por um abuso sexual”.

“Reconheço o privilégio que tenho na vida, na sociedade e por poder suportar o enorme custo de me defender em um julgamento como este”, disse ela no comunicado. “A minha esperança é ajudar as pessoas cujas vozes também devem ser ouvidas. Portanto, futuramente vou fazer doações a várias organizações que ajudem as vítimas de abuso sexual a se defender”.

Mueller havia processado a cantora pedindo indenização de US$ 3 milhões por danos e prejuízos. Ela processou o radialista acusando-o de abuso pouco depois. Ela afirmou que não foi acidente, “foi totalmente intencional”. “Nunca estive tão segura de nada na minha vida”, afirmou.