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Que tal relembrar o impacto de Olenna em Game of Thrones?

Olenna Tyrell (Diana Rigg) sempre foi uma personagem querida entre os fãs de Game of Thrones, desde quando apareceu pela primeira vez na terceira temporada.




[SPOILER DA SÉTIMA TEMPORADA] Infelizmente Olenna morreu no 3º episódio da 7ª temporada. Mas podemos dizer que ela caiu atirando, não é? Não perdeu a pose nem em seus últimos minutos de vida e ainda contou a verdade sobre a morte de Joffrey para Jaime Lannister.

Já estamos com saudades. De Olenna e da Casa Tyrell. Então que tal uma breve retrospectiva da história dessa personagem maravilhosa de Game of Thrones?

Em contraste com a maioria dos personagens de Game of Thrones, Olenna nunca se interessou particularmente pelo poder ou pelo que já chamou de “aquela feia cadeira de ferro”. Como ela mesma contou numa de suas primeiras cenas, ela advertiu sua família a não se envolver na guerra pelo trono. Mas sua neta Margaery tinha outro objetivo. Ela queria ser “a rainha”, como disse uma vez.

Margaery e seu irmão Loras alinharam a família Tyrell com Renly Baratheon, amante de Loras, e, após sua morte, com os Lannisters e o rei Joffrey. E isso fez Olenna entrar no jogo de poder da capital para salvar seus familiares. Ela rapidamente notou que Joffrey era um monstro e concluiu que jamais poderia deixar sua neta se casar com ele. Ao mesmo tempo, percebeu que Joffrey tinha um irmão mais novo, Tommen, que tinha o oposto de seu temperamento: obediente, gentil e amável.

A solução encontrada por Olenna? Como sempre, cruel e classuda. Ela colaborou com Mindinho em plano para envenenar Joffrey em seu próprio casamento e enquadrar Tyrion Lannister e Sansa Stark por isso. Ao mesmo tempo, certificou-se de que Margaery se casaria com Tommen. E o perigo teria passado. Mas apenas aparentemente.

O plano parecia perfeito. E deu certo. Até certo ponto. Em retrospectiva, o plano pode ter levado sua família à total destruição. Sua decisão de enquadrar Tyrion pelo assassinato de Joffrey desencadeou numa série de eventos imprevisíveis, como o momento em que Tyrion matou o seu pai, Tywin Lannister, durante sua fuga.




Até então, Tywin tinha governado Porto Real. Ele era calculista e implacável, mas ao mesmo tempo era alguém com quem Olenna podia lidar (e parecia gostar de lidar também). E a morte de Tywin deixou o poder da capital sem ninguém, o que desencadeou em forças mais voláteis e menos racionais: Cersei Lannister e a Fé Militante.

Sem seu pai para mantê-la sob controle, Cersei atacou os Tyrells quando mandou prender Margaery e Loras. Essa atitude, sempre supervisionada pelo Alto Pardal, ajudou o movimento religioso a se estabelecer como a força mais poderosa da cidade. E isso acabou se voltando contra Cersei.

Olenna nunca conseguiu encontrar uma solução para a Fé Militante. E ela foi embora da capital após ser avisada por Margaery (sdds) que sua vida estava em perigo. Antes de ir embora, Olenna debochou de Cersei: “Você está cercada por inimigos, milhares deles. Você vai matá-los todos, sozinha?”. Bom… A resposta teria sido “sim”. Ela explodiu o Septo de Baelor e fez uma “limpeza”: minou a Fé Militante, Margaery e Loras.

Com seus familiares mortos e aparentemente sendo a última Tyrell viva, Olenna se decidou a se vingar de Cersei. Ela se juntou a Daenerys Targaryen com esse objetivo. Mas ela não pode se vingar… No 3º episódio da 7ª temporada, Jaime Lannister lhe serviu uma xícara de vinho envenenado, como aquele que ela usou para matar Joffrey, filho dele e Cersei. E claro que ela contou isso a Jaime antes de morrer.