[Crítica] American Horror Story: 1×03 – Murder House

 

Eu já achei os dois episódios bons, do tipo que aguçam nossa curiosidade e dão vontade de ver mais. E esse, posso dizer, foi o que me “pegou de vez”.

Nesse episódio, é revelada a história de Moira (Frances Conroy/Alexandra Breckenridge). Logo no início, podemos ver por que Constance (Jessica Lange) a matou, em 1983. E por que um dos olhos dela é “branco” [spoiler: levou um tiro / mas não tão spoiler, já que a foto do post basicamente já revela tudo].
E a coisa mais razoável do mundo continua acontecendo: Vivien (Connie Britton) não se recuperou dos últimos acontecimentos e quer sair da casa. Claro, né? Quem, em sã consciência, gostaria e conseguiria continuar ali? Mas não parece adiantar. Parece que tudo vai contra esse desejo. A casa não deixa?
Ben (Dylan McDermott) já se tocou sobre Moira e tenta a afastar de todo jeito. Mas como nem tudo são flores, ainda mais em AHS, sua ex-amante Hayden (Kate Mara) volta a atormentá-lo e chantageá-lo. Mas Larry (Denis O’Hare) tratou de enterrá-la. O que ele quer com Ben?
O episódio também nos conta mais sobre a “casa”, com seus moradores anteriores e seus destinos. Uma ótima cena é a que Vivien está podando rosas em seu jardim, e a “Excursão das Trevas Eternas” passa em frente da sua casa, explicando que aquela é a “Casa Assassina” para turistas. E depois, claro, ela participa dessa excursão para “conhecer melhor sua casa”. Conhecemos a história de Nora, antiga moradora da casa, que já morreu, e então Vivien recebe a visita dela.
E o final também foi ótimo. Ficamos sabendo do cadáver de Moira no jardim, vemos Ben enterrando Hayden, Ben construindo um gazebo em cima, Constance e Moira assistindo tudo na janela… Ao mesmo tempo que esse episódio deu explicações para algumas dúvidas que surgiram, criou novas perguntas e cultivou curiosidade para esperarmos suas respostas.
Se você não gostou do primeiro e segundo episódio da série, ok. Mas depois desse terceiro, o nível certamente subiu mais um pouco e toda a história ficou muito mais curiosa. Glee acabou de maneira bem… esquecível. E ruim mesmo. Mas Ryan Murphy e Brad Falchuk estão conseguindo mostrar que têm talento, sim, para contar uma boa e envolvente história.
Nota: 5/5

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